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GESTÃO FINANCEIRA

Tipos de Faturamento: quais existem e como escolher o certo

O tipo de faturamento determina como o iClips recebe as informações de receita e despesa a partir do que você preencheu no Mapa de Mídia (PI) ou na O.S. Não é só uma formalidade: a escolha errada pode significar imposto pago em dobro sobre o mesmo valor. Entender os três tipos evita esse prejuízo desde o início.

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Entenda o que os tipos de faturamento definem

Uma configuração que pode ser predefinida, mas nunca é fixa para sempre.

Os tipos de faturamento são as formas de trabalhar o financeiro no iClips — eles determinam como o sistema recebe as informações de receita e despesa a partir do Mapa de Mídia (PI) e da O.S.

Você pode deixar um tipo predefinido no cadastro do cliente, mas isso não impede alterá-lo depois, conforme a negociação com o cliente ou o fornecedor/veículo mudar.

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Conheça o tipo Direto ao Cliente

A modalidade em que a agência fatura só a comissão.

A cobrança acontece diretamente entre fornecedor/veículo e o cliente. A agência fatura apenas a comissão, quando houver.

Como o faturamento Direto ao Cliente chega ao financeiro

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Conheça o tipo Direto à Agência

A modalidade de maior controle — e maior risco.

A cobrança vem em nome da agência, que recebe do cliente para depois pagar o serviço. Nessa modalidade, a agência assume todos os custos do projeto e o risco de possíveis inadimplências do cliente.

Como o faturamento Direto à Agência chega ao financeiro

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Conheça o tipo Direto ao Governo

Repasse, mas não a dívida — uma distinção importante para clientes públicos.

Funciona como "Direto à Agência", mas os alertas do iClips indicam que a agência é responsável pelo repasse, enquanto a nota fiscal dos veículos/fornecedores continua em nome do cliente. A agência assume a responsabilidade do repasse, mas não da dívida.

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Evite a bitributação

A escolha do tipo certo é o que garante que o imposto incide só uma vez.

Quando a agência assume os custos do projeto e indica que fornecedores/veículos farão a nota contra ela, ela precisa repassar toda a cobrança ao cliente — e isso gera incidência de imposto sobre o valor total da nota.

⚠️Para evitar bitributação, negocie com faturamento "Direto ao Governo" ou "Direto ao Cliente". No "Direto ao Governo", a agência assume só o repasse, não a dívida. No "Direto ao Cliente", só entra valor de comissão e honorário — o imposto incide apenas sobre o valor do serviço da agência.

Resumo visual dos tipos de faturamento e impacto no imposto

🎬Prefere aprender assistindo? Veja o vídeo sobre Tipos de Faturamento.
PERGUNTAS FREQUENTES

O que todo mundo pergunta antes de escolher um tipo de faturamento

Posso mudar o tipo de faturamento depois de já configurado no cliente?

Sim — o tipo predefinido no cadastro do cliente pode ser alterado a qualquer momento, conforme a negociação específica com o cliente ou fornecedor/veículo mudar.

Qual tipo assume o risco de inadimplência do cliente?

"Direto à Agência" — nessa modalidade, a agência recebe do cliente e paga o fornecedor, assumindo o risco caso o cliente não pague.

Como sei se estou pagando imposto em dobro?

Se a agência está faturando o valor total (incluindo repasse a fornecedores) e pagando imposto sobre ele, sem separar o que é efetivamente receita própria, há risco de bitributação. Considere migrar para "Direto ao Cliente" ou "Direto ao Governo".

Existe diferença de tipo de faturamento entre clientes privados e públicos?

Sim — para clientes públicos, o tipo "Direto ao Governo" existe especificamente para separar a responsabilidade de repasse da responsabilidade pela dívida, algo que não se aplica da mesma forma a clientes privados.

💬

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